Um post da fantástica
Marina W sobre o quanto as histórias de amor se parecem, me fez pensar sobre isso. Parecem mesmo. A Marina conta de um papo com um motorista de taxi casado há 21 anos que lhe disse coisas como
"achei estranho, qdo fui conhecê-la eu avisei aos colegas 'estou indo conhecer a mulher da minha vida'. E até hoje ela é... Quando a conheci comecei a ver a vida com mais clareza... foi...está sendo muito bom." E disse também que sente
"uma pontada de felicidade".
Lembrei imediatamente que quando Megero Pai conheceu a Megera Mãe (ela o convidou por educação para sua festa de 15 aninhos, já que ele estava hospedado na casa da prima que era convidada), há quase quarenta anos, ele foi buscar a roupa da festa e pediu que a tia se apressasse porque
“conheci a mulher da minha vida”.
Bem, é minha tese antiga que amor para amar mesmo, amor de amar muito, amor de amar pra sempre (mesmo só que enquanto dure) é amor que abala de cara. Olhou e pensou
"ai". Também pode olhar e pensar
"caraca", "u-huuuuu", "Bah!", "aimeudeus", "fodeu", etc., mas tem que dar aquele
tchans, sacumé, aquele impacto, tem que
fazer "sartá" butiá dos "borso", tem que
bagunçar o coreto, tem que
abalar Bangú. Aí pode ser grave, aí a
porca pode torcer o rabo, a
vaca pode ir pro brejo, aí pode ser
Pt. saudações e abraço pra torcida.
Bem, que a sensação existe, para mim é evidente. Assim como o taxista e o Megero Pai, já ouvi outras histórias dessas.
Assim, rapazes, se vocês tiverem essa cousa, esse feeling, esse insight, essa visão, esse troço, façam o favor, vão lá e confiram, se empenhem, que passar a vida tendo pontadas de felicidade é tudo de bom.
Luli comentou:
Mas será que todo mundo consegue isso... aimeudeus...http://www.es-nao-es.weblog...