Nos longínquos idos de julho, noticiamos aqui a
polêmica acerca da música
"E por que não?" da banda gaúcha
Bidê ou Balde. Uns dias depois, externei a
minha modesta opinião.
Agora, ao que parece, o tiro saiu pela culatra. A jogada de marquetingue para aparecer mais em razão da polêmica deu muito errado. Um acordo entre a emissora e a Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão estabeleceu que a música será suprimida do DVD e do CD Acústico MTV Bandas Gaúchas e não será mais veiculada pela MTV.
Além disso, a MTV veiculará uma campanha do governo federal conta o abuso e a exploração sexual infantil.
Teria sido mais barato e mais bonito, para a banda e para a MTV, dependurar uma melancia no pescoço. Apelação não compensa (não desta vez).
***Informação patrocinada por
Lili Cheveux de Feu.***
O meu primeiro Natal sem ganhar presentes. Nenhum que se pudesse tocar. Mas tinha uma árvore dentro. Das grandes.
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Passei o sábado todo cozinhando.
Farofa de castanha, peru,
lombo com molho de uvas,
sanduíches e petiscos,
birináites de frutas vermelhas e pitanga.
A cozinheira e os auxiliares bebadinhos desde cedo.
É o segredo do sucesso.
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Boa foi a conversa com a Paulinha na madrugada. Minha admiração por ela não pára de crescer. A guria é um monstro. Fez coisas que eu nunca tive coragem. Das coisas que importam. Punk. Muito punk.
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Torta de nozes de doceira pelotense. Isso sim é boa utilização de Mastercard.
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Dois mil e cinco foi o melhor ano da minha vida. Por via das dúvidas, vou repetir tudo igualzim: Paula e Marcus, Celo, Cris de porre, Hilda e eu bem linda, bem tudo, com as cores do ano novo. Não se mexe em time que tá ganhando.
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Vou processar o inventor do chocotone, do panetone e dos outros tones. Coisa boa. Mas tem que ser molhadinho.
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Essa mania européia do Rio Grande do Sul é uma bosta. Tá muito mais frio do que devia.