08.11.2005

BELÍSSIMO, TESUDÍSSIMO, GATÍSSIMO, MARAVILHOSÍSSIMO...

Perdi o primeiro capítulo. Alguém viu o marido da Gabi ontem? Cês podem me contar? E quais são os nomes dos personagens? A Fal vai fazer saga? Me contem que eu to apertada de costura e não vou poder veeeeeeeeeeer!!!

por Ro, às 18:23 de 08.11.2005 - Categoria: Nossa Novela
Ver Comentários

BLOGUEIROS DE PAPEL GAÚCHOS, BLOGUEIROS GAÚCHOS DE PAPEL.


Milton, Ticcia e Ane

Ontem no café, o trio gaúcho do Blog de Papel. Já combinamos até o uniforme para sábado.



por Ticcia, às 16:00 de 08.11.2005 - Categoria: Fatos e Fotas
Ver Comentários

TICCIA SEM NOÇÃO E SEUS AMIGOS MARAVILHOS.

- Bah, este CD do U2 é o que mais gosto. Teria ido de joelhos a qualquer lugar na América Latina pra assistir o show.
- Hehe.
- Que?
- Assisti o show. Em NY.


*****************************

- Que linda essas telas! Eu sou fanática por este artista plástico.
- É meu marido.


*****************************

- Tu já leste alguma coisa do Caio Fernando Abreu?
- Querida, eu CONHECI o Caio.


*****************************

- Viste o Veríssimo na Feira?
- Não.
- Não? Que pena.
- Mas fui na casa dele ontem. Com o Assis Brasil.



E eu ainda me dou com essa gente.

por Ticcia, às 14:46 de 08.11.2005 - Categoria: Correspondência Secreta
Ver Comentários

Cartinha às Megeras...

por Ro, às 11:21 de 08.11.2005 - Categoria: Ali Jabah
Ver Comentários

QUANTOS ESQUELETOS HÁ DENTRO DO SEU ARMÁRIO?

Eu não sei os seus, mas os meus fazem um barulho tremendo. Têm diminuído de número nos últimos anos, é verdade. Mas o problema são aqueles que nem eu mesma confesso que estão lá. São um perigo. Não falamos sobre eles, não pensamos sobre eles, não tomamos conhecimento. Nem às paredes confessamos, nem ao analista. Às vezes porque ainda não somos capazes de enxergá-los ou de admiti-los. Um dia, plim, a gente abre uma gaveta e salta um fêmur de dentro. Guardamos como se fosse cabide e tocamos à frente que a Sapucaí é grande. Tô super bem. Não tenho problema algum com isso. A minha vida agora é outra. Não é. A gente não muda de armário, só às vezes instala um fundo falso durante a noite, mais nada. Que preço pagamos pela hospedagem dos esqueletos? Alguns são altos. Eles nos dão medo por efeito reflexo. Eles cheiram mal e a gente põe a culpa em outros guardados ou nas novas aquisições. Eles fazem barulhos estranhos e não nos deixam dormir. E, quando não fazem nada isso, nos pesam as costas pelo simples fato de existirem.

Toda a mentira tem um preço para ser mantida, um dispêndio de energia, de conforto, de paz. A mentira que contamos a nós mesmos, os esqueletos que mantemos longe dos nossos próprios olhos, têm peso dobrado porque, por mais que a gente deseje secretamente que isso aconteça, a possibilidade se serem descobertos é muito menor.

por Ticcia, às 11:12 de 08.11.2005 - Categoria: Crônicas Cretinas
Ver Comentários

Pesquisa Empírica

O que exatamente um homem quer dizer quando refere eu gosto de ter onde pegar? Tipo assim, a nível de gordura localizada, celulites e afins.
Se alguém puder traduzir, a pessoa agradece.

por Ro, às 11:02 de 08.11.2005 - Categoria: Dieta
Ver Comentários

NUNCAS.


Klimt

Eu nunca quebrei nada que precisasse de gesso. Eu nunca joguei esporte coletivo. Eu nunca andei de navio. Eu nunca andei de montanha russa. Eu nunca fui beijada debaixo d’água. Eu nunca fiz sexo dentro de um carro em movimento. Eu nunca andei de moto. Eu nunca fiquei grávida. Eu nunca peguei recuperação ou segunda época. Eu nunca ateei fogo a nada. Eu nunca andei a cavalo. Eu nunca me droguei. Eu nunca pedi socorro. Eu nunca comi escargot. Eu nunca fui molestada. Eu nunca li a Odisséia. Eu nunca manuseei uma arma. Eu nunca fugi de casa. Eu nunca fui para cama com outra mulher. Eu nunca vi neve. Eu nunca fiquei em coma. Eu nunca fui aos Estados Unidos. Eu nunca comi jiló. Eu nunca perdi ninguém muito próximo. Eu nunca fumei. Eu nunca deixei de dizer o que sentia por medo. Eu nunca esqueci uma voz. Eu nunca viajei de caminhão. Eu nunca fui a um cassino. Eu nunca cheguei perto de um elefante. Eu nunca vi alguém morrer. Eu nunca tive um São Bernardo. Eu nunca entrei num bordel. Embora tivesse muita vontade de fazer algumas coisas destas.



por Ticcia, às 08:59 de 08.11.2005 - Categoria: Circunstâncias Circunspectas
Ver Comentários