01.11.2005

A SAGA DA MULÉ APITO


Ontem eu falei pra Fal que só faltava o cerbero. Pois não é que hoje a gênia se superou e colocou um Cerbero-Boi!!!!


por Ro, às 21:58 de 01.11.2005 - Categoria: Tolerância Zero
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Enquanto isso, Roberta e sua língua...

No saguão do prédio do Ministério da Fazenda: Gláucia brigava com o caixa eletrônio, Ro e Ticcia esperavam, e esperavam, e esperavam. Ro, que tinha coisa melhor pra fazer, dispara:

- Mas qual é o problema, hein?
- Não estou conseguindo sacar!
- Eu pago.
- Mas eu preciso de mais grana pro feriado.
- Eu pago. A trepada de ontem fiquei te devendo mesmo. E tu és a melhor da minha lista.


E o senhor muito distinto que trajava um belíssimo terno de linho italiano arrelalô os zóinho.
por Ro, às 18:46 de 01.11.2005 - Categoria: Barraco
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HELP, HELP, HELP - PELO AMOR DO BOI BANDIDO!

Senhoras e senhores da platéia,

Djo preciso de um sistema de internet que não utilize fio, tipo rádio ou algo do gênero. Alguém sabe como/onde consigo em Gay Harbour?

Pessoas, o homi vai me abandonar se não tiver internet em casa. É uma questão de saúde... vocês tão me acompanhando?!

por Ro, às 13:52 de 01.11.2005 - Categoria: Boca no Trombone
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FOSSE A TICCIA, TAVA RALADA.

Bancos de avião são retirados à procura de anel de US$ 5 milhões

Taipé, 1 nov (EFE).- Um vôo comercial entre San Francisco (EUA) e Hong Kong (China) realizou hoje uma longa escala em Taiwan devido à perda de um anel de diamantes de dez quilates, avaliado em US$ 5 milhões, que obrigou a desmontar os assentos da primeira classe.

A jóia foi perdida por uma passageira que desembarcava no aeroporto internacional Chiang Kai-shek, de Taipé, que pediu ajuda às comissárias de bordo ao perceber a falta do anel.

Após desocupar a primeira classe, a tripulação do avião iniciou uma cuidadosa procura pelo anel e, diante da falta de resultados, os engenheiros do aeroporto foram até a aeronave e, após 20 minutos desmontando assentos, conseguiram encontrá-lo e o entregaram à proprietária.

O vôo seguiu sua viagem para Hong Kong com normalidade após o incidente.

As comissárias em Taipé comentaram que nunca tinham encontrado um caso parecido, embora em outras ocasiões também de tinham perdido objetos de todo tipo, incluindo dentaduras e até bebês.


Daqui.
por Ticcia, às 12:58 de 01.11.2005 - Categoria: Informes Infames
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Era uma vez um cachorro que foi aprisionado numa sala escura. No primeiro dia, o cão se apavorou com o escuro e sentiu medo. Depois foi acostumando os olhos e passou a enxergar na escuridão. Não teve mais medo do escuro. Mas passado algum tempo, o cachorro começou a se sentir sozinho e a ansiar por companhia. Um dia ele percebeu movimentação atrás da porta e ficou todo contente esperando. Esperando alguma coisa que lhe fizesse feliz, que lhe trouxesse alento, por que ele era um bom cachorro. A porta se abriu e uma nesga de luz iluminou a sala escura. De pronto, o cão foi cegado pela claridade, mas o rabo não parava de balançar. Ele correu as cegas de encontro à luz e levou uma paulada na cabeça. A porta foi fechada e ele ficou ali, atordoado com sua cegueira e sua ferida. Dias depois, quando a visão no escuro tinha retornado e a ferida criado uma leve casca, ele ouviu novamente movimentação atrás da porta. Teve certeza que cometeu um erro e não deveria correr, não deveria se apressar. Era preciso ficar calmo esperando. Seu coração estava aos pulos e ele quase fez xixi durante a espera. A porta se abriu e uma nesga de luz iluminou a sala escura. O cachorro fechou os olhos e depois foi abrindo-os devagarinho, para se acostumar com a claridade. Quando terminou de abri-los, sua visão foi turvada por uma sombra, e ele levou uma paulada na cabeça. A porta foi fechada e ele ficou ali, atordoado com sua surdez e sua ferida. Muito tempo depois a ferida cicatrizou. Mas ele tinha fome, muita fome. Seu estômago doia mais do que sua cabeça. Já não queria companhia, já não queria claridade, já não queria sentir o vento. Queria comer. Precisava comer. Quando percebeu um barulhinho na fechadura, ficou com medo. Não sabia o que havia feito de errado das outras vezes que a porta foi aberta e teve medo. Mas sentiu um cheiro tão bom. Um cheiro que o alimentou por muitos e muitos anos. Um cheiro que entrava pela fresta da porta e o transportava para outra vida, outro ser, outro corpo. Ele foi de encontro ao cheiro bom que o nutria. A porta se abriu e uma nesga de luz iluminou a sala escura. E o cheiro doce entrou pelas narinas e se fixou no âmago do cachorro, e ele levou uma paulada na cabeça. A porta foi fechada e ele ficou ali, atordoado com sua fome e sua ferida. E estava escuro, e estava escuro, e estava escuro. E ele não se mexeu, e não gemeu, e não chorou, e não morreu. Certo dia, a porta se abriu outra vez, e uma nesga de luz iluminou a sala escura. O cão saiu correndo para longe da luz. Não foge não, cachorrinho! Agora você vai ganhar um ossinho.


por Ro, às 10:19 de 01.11.2005 - Categoria: Estórias da Carrocinha
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ME TIRA O TUBO.

Solineuzza acaba de me dizer que a trilha sonora da próxima novela das oito, Belíssima, incluirá uma (a)versão da música Blower's Daughter, do Damien Rice, tema do filme Closer. A pérola se chama "Então me diz" e é cantada, acreditem mosfios porque vaso ruim não quebra e quanto mais a gente reza mais as assombrações reaparecem, por ninguém menos que SIMONE.

Mas será que todo final de ano é isso, a mulé assassina alguma música? Já foi Então é Natal (aversão do Happy Xmas) e Será (do Legião), agora isso, mopai?

por Ticcia, às 09:55 de 01.11.2005 - Categoria: Informes Infames
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NÃOS E PORQUÊS.


Klimt




Não aprendi a fazer tricô porque não posso terminar no mesmo dia. Não tenho plantas em casa porque esqueceria de regar. Não durmo com fome porque sonho com comida. Não pinto as unhas dos pés porque eles são feios. Não tenho amigas de infância porque meus pais se mudavam muito. Não lembro de outras pessoas porque olho sempre para as mesmas. Não como carne de porco porque trabalhei num frigorífico. Não sei pescar porque meu avô queria um neto homem. Não abro muito as janelas porque o vento me incomoda. Não abraço as pessoas porque sinto vergonha. Não leio com carro em movimento porque fico enjoada. Não tenho filhos porque nunca achei quem os quisesse. Não dirijo rápido porque já vi alguém sendo atropelado. Não gosto de mondongo porque tem mau aspecto. Não suporto luz direta porque meus olhos doem. Não durmo com a orelha destapada porque acho que pode entrar mosquito. Não pego sol porque minha pele mancha. Não gosto de circo porque parece bizarro. Não tomo injeção porque tenho medo. Não uso mertiolate porque sou alérgica. Não ouço som alto porque fico cansada. Não abro a caixa de correspondência porque não recebo cartas. Não pego folhetos no sinal porque não coloco fora. Não deixo de comprar flores porque acho que mereço.




por Ticcia, às 09:39 de 01.11.2005 - Categoria: Circunstâncias Circunspectas
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FINAL DO ANO.

Pelamor do minino jisuis da cartolinha (essa eu aprendi abroad, mosfios, veja nota de rodameio)!! Acabo de trocar a folha do calendário e me caiu a ficha que novembro é aquele mês que vem antes de dezembro e que portanto, faltam 60 dias pra 2006. Eita.


Nota de rodameio: Menino Jesus da Cartolinha, conheça a história.



por Ticcia, às 08:41 de 01.11.2005 - Categoria: Boca no Trombone
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LIVRO NOVO DA FAL

"Meninos e meninas adorados, estamos orçando gráficas, pra bancar o livro novo. Só que para sabermos se essa empreitada vai funcionar ou não, precisamos conhecer os interessados.
Então, é assim:
O livro novo, "O Nome da Cousa", custará 25 reais na pré-venda. Você quer?
Então, escreve pra livronovodafalarrobagmail.com* e me conta se vc vai querer e quantos vc vai querer. Isso é para sabermos se vai ter público e se vai valer a pena bancar a publicação.

(e, por favor, divulguem em seus blogs tb )

beijos e muito obrigada!
Fal Azevedo"



Aqui gentem: a moça é uma diliça, todo mundo sabe. Bora lá mandar mail e encomendar o seu.


* Não botei @ no endereço de mail para não passar rastreador de spam e entulhar a caixa da Falzica de bestagem. Você que é esperto percebeu que tem que trocar arroba por @, né? Não precisa desenhar, não, né? Então tá.

por Ticcia, às 08:15 de 01.11.2005 - Categoria: Ali Jabah
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